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5 lições sobre dinheiro que os estudantes deveriam aprender na escola

2 min

Embora os conceitos de finanças pessoais a transmitir aos mais novos dependam da sua idade e capacidade de aprendizagem, há cinco lições que devem ficar claramente controladas pelos futuros adultos

Data de publicação 2020 M09 29

A educação financeira não é obrigatória nas escolas portuguesas, apesar de Portugal ser um dos país na Europa que mais defende a necessidade das crianças aprenderem sobre literacia financeira. Em 2013, o Ministério da Educação e Ciência, na altura assim designado, publicou um “Referencial de Educação Financeira”, em parceria com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, entre os quais estavam entidades como o Banco de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Desta parceria, foi criado um “documento orientador para a implementação da educação financeira em contexto educativo e formativo”, mas ficou também estabelecido que os professores só usariam o “Referencial de Educação Financeira” se considerassem necessário o tema ser abordado durante o ano letivo.

Conheça cinco lições indispensáveis na educação financeira dos jovens e adolescentes:

  1. Fazer um orçamento

As crianças e jovens têm de compreender, ao longo do tempo, a diferença entre um gasto necessário e o consumo supérfluo. A realização de um orçamento pessoal – mesmo que apenas seja delineado mentalmente – permite controlar onde se pode gastar, tendo em conta o valor que se recebe. Assim, é possível ensinar a verdadeira diferença entre rendimentos e despesas.

  1. O poder da capitalização

É importante que, desde cedo, os mais novos percebam o que são os juros. A partir daí, o passo seguinte é compreender que os juros geram outros juros quando reinvestidos e que, no longo prazo, a capitalização dos rendimentos é crucial.

  1. A importância de pagar primeiro a si próprio

Com base no poder da capitalização, os mais novos devem compreender que a primeira coisa a fazer quando recebem dinheiro é poupar. Em vez de pagar aos outros nas operações de aquisição de bens e de serviços, devem pagar a si próprios, isto é, aforrar para o futuro.

  1. Usar o crédito com responsabilidade

Os empréstimos são uma ferramenta poderosa nas finanças pessoais, porque permitem antecipar um consumo para o qual só se terá dinheiro no futuro. Por exemplo, pedir um crédito para tirar uma licenciatura, para além de um bom investimento pessoal e profissional, é um dinheiro que está a ser bem empregue.  Da mesma forma que se partilham bons exemplos, é igualmente importante criar nos mais novos a consciência dos riscos do endividamento

  1. Dinheiro com ética

O dinheiro é muito importante na sociedade de hoje, mas não deve ser uma justificação para todas as ações dos seres humanos. É preciso incutir uma moderação na ganância financeira dos mais novos, de modo a não criar adultos com comportamentos pouco éticos.

Quer que os seus filhos cresçam com bons hábitos financeiros? Descubra se já têm idade para ter uma mesada ou se ainda é cedo.

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