Direitos e Deveres

Roaming: Está mais barato fazer chamadas e navegar na internet

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Utilizar o telemóvel na União Europeia para fazer chamadas ou mesmo navegar na internet está mais barato desde 1 de julho. Saiba o que mudou.

Data de publicação 2014 M07 11

Sempre que viajamos para o estrangeiro, além dos custos de deslocação, alojamento, alimentação, entre outros, quase sempre acabamos por gastar mais dinheiro na conta de telemóvel. Manter o contato com a família, ou poder atender uma chamada importante de casa ou trabalho, implica um custo sempre superior ao que pagaria se estivesse no próprio país. O motivo é o preço do serviço de ‘roaming’ (utilização do telemóvel no estrangeiro). Ou pelo menos era, até há bem pouco tempo.

A partir de agora, sempre que viajar para um país da União Europeia vai pagar menos pelo ‘roaming’. Uma exigência da Comissão Europeia que vai permitir uma grande poupança a todos os utilizadores de telemóveis dentro do espaço europeu.

Em termos práticos, isto significa que os dados de internet passam de um limite de 45 cêntimos para 20 cêntimos por 'megabit'. As chamadas efetuadas baixam de um máximo de 24 cêntimos por minuto para 19 cêntimos por minuto, enquanto as recebidas descem de sete cêntimos por minuto para cinco cêntimos por minuto. Já enviar uma mensagem de texto passa a custar seis cêntimos, em vez do limite anterior de oito cêntimos. Estes preços, no entanto, não contemplam a taxa de IVA que varia nos diferentes países (em Portugal é de 23%).

Desde 2007, a Comissão Europeia tem vindo a fazer esforços para baixar os preços do ‘roaming’ e este é mais um passo neste sentido. A Comissão, no entanto, já fez saber que o objetivo é mesmo, a partir de 2015, eliminar por completo estes encargos.

Ainda assim, antes de viajar convém sempre consultar os preçários dos operadores de telecomunicações – Vodafone, MEO e NOS. Apesar de ser frequente receber um sms no estrangeiro com indicação dos preçários, nada melhor do que já ir prevenido com o que pode contar. Convém não esquecer que estamos apenas a falar dos Estados-membros da União Europeia. Para todos os restantes países, estes montantes máximos não se aplicam.

 

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