Poupar

Quatro dilemas que os casais enfrentam quando um dos membros ganha mais

1 min

As diferenças no nível de rendimentos podem causar perturbações na vida de um casal. Conheça quatro dilemas habituais para que possa lidar melhor com situações de conflito potencial.

Numa relação, é sempre importante discutir o tema do dinheiro a dois. Em especial, quando um dos membros do casal ganha mais. Conheça os quatro principais dilemas que os casais enfrentam nesta situação.

1. Quando quem ganha mais toma decisões unilaterais sobre dinheiro. Um dos dilemas que surgem quando um dos membros do casal tem rendimentos superiores é que essa pessoa pode ter tendência a tomar decisões, de forma individual, que afetam as finanças conjuntas. A pessoa que ganha mais pode sentir que tem mais poder de decisão sobre as despesas comuns. Esta situação pode transformar-se num problema quando o elemento do casal que ganha menos tem uma opinião diferente sobre a gestão do dinheiro.

2. Quando quem ganha mais paga todas as contas. Outro dilema que pode complicar a harmonia do casal surge quando a pessoa com rendimentos mais elevados é aquela que paga todas as contas. Esta forma de pagamento de despesas pode levar a pessoa que ganha menos a assumir que a responsabilidade das despesas comuns é apenas da outra pessoa.

3. Quando quem ganha mais se ressente por ser o principal responsável pelas despesas. Este dilema surge quando a divisão das despesas foi assumida apenas pela pessoa com mais possibilidades. Independentemente do valor dos rendimentos de cada um, para evitar este tipo de sentimentos que podem levar à ruptura, o casal deve equacionar a divisão das despesas em proporção aos rendimentos de cada um.

4. Quando quem ganha mais não se envolve nas tarefas domésticas. Quem ganha mais no trabalho “fora de casa” pode assumir que isso é uma forma de dispensa da realização das tarefas domésticas que beneficam toda a família, como cozinhar as refeições, tratar da roupa ou das crianças. Isto pode levar a problemas na relação porque quem ganha menos pode sentir que a outra pessooa está, de alguma forma, a “pagar” com o seu rendimento mais elevado para que o outro desempenhe as tarefas familiares.