Direitos e Deveres

Como funciona o banco público de células estaminais

2 min

Há, em Portugal, um banco público de preservação de células estaminais. Saiba como funciona.

Criado em Julho de 2009, o único banco público de células estaminais português, o Lusocord, tem perto de 500 unidades de sangue do cordão umbilical criopreservadas e disponíveis para investigação ou para utilização por qualquer pessoa em caso de doença.

No Lusocord, quem faz a doação não tem direitos especiais sobre a amostra. Mas todos os doentes que necessitem podem recorrer aos seus serviços a partir de qualquer parte do mundo, do mesmo modo que os doentes portugueses podem beneficiar das unidades criopreservadas em qualquer banco público de outro país.

Doar as células do cordão umbilical não envolve qualquer tipo de custos. 

Como funciona?

O sangue do cordão umbilical contém células estaminais idênticas às células da medula óssea, que podem ser usadas para transplantes, pelo que a sua utilização pode salvar vidas. Atualmente, estão a ser utilizadas no tratamento de doenças malignas do sangue como leucemias, doenças do sistema imunitário e em algumas patologias genéticas, sobretudo do sangue e outras doenças raras. Mas estão em estudo outras formas de aplicação.

Nas patologias do foro genético, há especialistas que defendem a utilização das células de outro dador. Daí que quanto mais dádivas forem feitas, maior será a probabilidade de todos os doentes beneficiarem do banco e conseguirem um transplante compatível.

Qualquer mãe pode ser dadora de sangue do cordão umbilical?

Sim, qualquer grávida sem antecedentes de comportamentos ou fatores de risco ou de doenças congénitas pode ser candidata a dadora de sangue de cordão umbilical.

Onde é possível doar?

Atualmente a dádiva para o BPCCU ocorre nas seguintes maternidades (unidades de colheita):

  • Centro Hospitalar de São João
  • Hospital Pedro Hispano - Unidade Local de Saúde de Matosinhos
  • Maternidade Júlio Dinis - Centro Hospitalar do Porto
  • Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca - Amadora

A extensão de colheita de unidades de sangue do cordão umbilical a outras maternidades encontra-se prevista mas ainda não tem data anunciada.

Como é feito o procedimento de colheita?

A colheita de sangue do cordão umbilical é um procedimento muito simples, sem qualquer consequência para a saúde do bebe ou da mãe.

 Após o nascimento os profissionais de saúde devidamente treinados recolherão o sangue acumulado na placenta através do cordão umbilical, sem que cause qualquer transtorno ou interferência com os procedimentos médicos habituais do parto.

Além do banco público, existem no mercado português nove empresas privadas com bancos de criopreservação em Portugal e que, somadas, permitem a recolha e preservação de milhares de células estaminais. Para tal, as famílias têm que pagar entre 1.200 e  2.500 euros.

Os bancos privados armazenam várias unidades para uma potencial utilização futura no próprio ou num familiar compatível que venha a necessitar.

Consulte as perguntas frequentes e o folheto informativo do Banco Público caso pretenda mais informação ou o site do Instituto Português do Sangue e da Transplatação

 

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