Dinheiro

3 regras valiosas para vender ouro

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Descubra como fazer o melhor negócio possível, na hora de vender ouro em segunda mão. Uma das regras é não se precipitar.

Vender ouro em segunda mão pode ser um bom ou mau negócio. Depende da altura em que vende e dos preços da matéria-prima em cada momento, de onde vende e ainda do peso e da qualidade das peças.

Se vai desfazer-se de algumas jóias, guarde estas três regras de ouro.

1. Quanto vale o meu ouro?

Para ter esta resposta, precisa de saber quantos quilates tem cada peça que quer vender, uma informação que costuma estar gravada. Quanto mais quilates, mais puro é o ouro e maior é o retorno. Depois, precisa de saber qual o peso exato das peças. Basta uma balança da cozinha ou então passe na ourivesaria mais próxima. É importante que conheça bem as suas peças. Se é um diamante, uma esmeralda, um rubi, ou se se trata de uma marca já extinta, então as peças têm mais valor.

2. Não se precipite

A pressa é inimiga da perfeição. Ainda que o seu objetivo seja ter o dinheiro na mão o mais rapidamente possível, tem de conhecer a concorrência e os espaços mais fiáveis. Faça pesquisas e peça recomendações antes de sair de casa. Este simulador de ouro, prata, paládio e platina, tem as cotações atualizadas ao minuto. A DECO também tem uma ferramenta com o histórico dos preços. Depois, só tem de ir – pessoalmente – a várias lojas especializadas na compra de ouro e ourivesarias, para ver qual é o melhor orçamento que lhe apresentam. Preste atenção às taxas cobradas.

3. Não se deixe enganar

Nunca peça orçamentos online, que impliquem enviar peças de ouro pelo correio. E, mesmo nas lojas físicas, peça orçamento na hora. Não deixe as peças na loja de um dia para o outro.

O melhor negócio é assim: exige tempo, pesquisa, cuidados redobrados e - claro - alguma mestria na negociação.